Descubra as principais causas das alergias alimentares e fuja delas

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Mais de 35% da população brasileira tem alguma alergia. Estima-se que as causas das alergias alimentares afetem 4 a 6% das crianças e 4% dos adultos. Sintomas de alergia alimentar são mais comuns em bebês e crianças, mas podem aparecer em qualquer idade.
Você pode até desenvolver uma alergia a alimentos que você comeu por anos sem problemas. Nesse artigo vamos comentar sobre os tipos e as causas das alergias alimentares. Fique de olho neles para identificar se você ou alguém próximo possui algum tipo de alergia alimentar.

O que são alergias alimentares?

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Foto: LIFE STYLE

Alergia alimentar é uma condição médica de risco que afeta mais de 35% dos brasileiros, podendo ser bem grave e até fatal.
Uma em cada 13 crianças possui alergia alimentar – cerca de 2 em cada sala de aula. E a cada 3 minutos, uma reação desse tipo manda alguém para a emergência. A alergia alimentar está entre as doenças consideradas como parte da marcha atópica.
Também conhecida como a marcha alérgica, este termo refere-se à progressão de doenças alérgicas na vida de uma pessoa: eczema, alergia alimentar, rinite alérgica e asma.  Nem todos seguirão essa progressão ou experimentarão todas as condições.

Conheça possíveis causas das alergias alimentares

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Foto: RESPIRE SAÚDE

O trabalho do sistema imunológico do corpo é identificar e destruir germes (como bactérias ou vírus) que o deixam doente. Uma alergia alimentar acontece quando o sistema imunológico reage exageradamente a uma proteína alimentar inofensiva – um alérgeno.
Existem aproximadamente oito alérgenos alimentares, mas conhecidos, que são as principais causas das alergias alimentares que iremos mostrar abaixo. O histórico familiar parece desempenhar um papel em saber se alguém desenvolve uma alergia alimentar.
As alergias alimentares não são as mesmas que as intolerâncias alimentares, com os sintomas sobrepondo-se aos de outras condições médicas. Portanto, é importante ter a doença confirmada por uma avaliação adequada com um alergista.

Leite

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Foto: GAZETA

Entre 2 e 3% das crianças menores de 3 anos são alérgicas ao leite. Menos de 20% das crianças superam sua alergia aos 4 anos de idade. Ainda assim, cerca de 80% das crianças tendem a superar sua alergia ao leite antes dos 16 anos.
Dentre os sintomas estão:

  • Urticária;
  • Dor de estômago;
  • Vômito;
  • Fezes ensanguentadas, especialmente em bebês;
  • Anafilaxia.

Evite leite, outros produtos lácteos e produtos contendo proteína do leite; leia os rótulos com cuidado. Administre epinefrina (adrenalina) se os sintomas se tornarem graves, mas sempre com a autorização de um médico.

Amendoim

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Foto: UOL

Os amendoins causam reações fatais em determinadas pessoas. Eles são uma das principais causas das alergias alimentares mais associadas à anafilaxia. Quem possui alergia a amendoim, também deve ficar de olho em outras oleaginosas, que também podem desencadear os mesmos sintomas.
Dentre os sintomas estão:

  • Comichão na pele ou urticária;
  • Sensação de coceira ou formigamento na boca ou na garganta;
  • Náuseas;
  • Coriza;
  • Anafilaxia.
  • Evite produtos que contenham amendoim na composição. Administre epinefrina (adrenalina) para caso a reação seja grave.

Ovos

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Foto: ALERGO

A alergia ao ovo se desenvolve quando o sistema imunológico do organismo se torna sensibilizado. Assim, ele reage exageradamente às proteínas presentes nas claras de ovo ou nas gemas.
Quando os ovos são comidos, o corpo vê a proteína como um invasor estrangeiro e envia produtos químicos para se defender contra ela. Esses produtos químicos causam os sintomas de uma reação alérgica.
Especialistas estimam que até 2% das crianças são alérgicas a ovos. Felizmente, estudos mostram que cerca de 70% das crianças com alergia a ovos superam a condição aos 16 anos.
Ainda assim, os riscos são altos: crianças que são alérgicas a ovos podem ter reações que vão desde uma erupção leve até anafilaxia, uma condição com risco de vida que prejudica a respiração e pode causar choque ao corpo.
Dentre os sintomas estão:

  • Reações cutâneas, como urticária ou erupção cutânea;
  • Problemas respiratórios;
  • Dor de estômago;
  • Anafilaxia (menos comum).

Evite comer ovos, sempre leia os rótulos dos alimentos e procure por alternativas aos ovos nas receitas.
Se apresentar algum sintoma acima quando ingerir ovo, informe seus médicos. Algumas vacinas contra a gripe e a vacina contra a febre amarela contêm proteína do ovo em quantidades variadas, então procure um médico também para saber se é seguro ou não tomar essas vacinas.

Trigo

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Foto: GAZETA

As alergias ao trigo, como a febre do feno e outras alergias, se desenvolvem quando o sistema imunológico do corpo se torna sensível. Ele reage excessivamente a algo no ambiente – neste caso, o trigo. Este normalmente não causa problemas na maioria das pessoas.
Geralmente, você está em maior risco de desenvolver uma alergia a qualquer alimento, incluindo trigo, se você vem de uma família em que alergias ou doenças alérgicas, como asma ou eczema, são comuns.
Dentre os sintomas estão:

  • Urticária ou erupção cutânea;
  • Náusea, cólicas estomacais, indigestão, vômito ou diarreia;
  • Nariz entupido ou escorrendo;
  • Espirros;
  • Dores de cabeça;
  • Asma;
  • Anafilaxia (menos comum).

Evite alimentos e outros produtos que desencadeiem sintomas. Controle alguns sintomas com anti-histamínicos e corticosteroides receitados por um médico. Use epinefrina (adrenalina), disponível por prescrição, para reverter os sintomas anafiláticos.

Peixes

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Foto: DICAS DE MULHER

Ao contrário de outras causas das alergias alimentares, uma alergia a peixes pode não se tornar aparente até a idade adulta. Ter uma alergia a um peixe não significa que você também seja alérgico a marisco.
Embora alguns alergistas recomendem que indivíduos com alergia a peixes evitem comer todos os peixes, pode ser possível que alguém alérgico coma determinados tipos com segurança.
Dentre os sintomas estão:

  • Urticária ou erupção cutânea;
  • Náuseas, cólicas estomacais, indigestão, vômitos e/ou diarreia;
  • Nariz entupido ou escorrendo e/ou espirros;
  • Dores de cabeça;
  • Asma;
  • Anafilaxia (menos comum).

Evite peixe e produtos de peixe. Leia atentamente os rótulos dos alimentos. Trate os sintomas de anafilaxia com epinefrina (adrenalina) receitado pelo médico.

Quais são os sintomas das alergias alimentares mais comuns?

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Foto: BIOSOM

Nem sempre nós mesmos conseguimos identificar o alimento exato que nos causou alergia. Por isso, fique de olhos nos sintomas mais comuns. Os sintomas leves a moderados podem incluir um ou mais dos itens abaixo:

  • Urticária (áreas avermelhadas, inchadas e com coceira na pele);
  • Eczema (erupção cutânea seca e com comichão persistente);
  • Vermelhidão da pele, particularmente em torno da boca ou dos olhos;
  • Comichão na boca ou canal auditivo;
  • Náusea ou vômito;
  • Diarreia;
  • Dor de estômago;
  • Congestão nasal ou corrimento nasal;
  • Espirros;
  • Tosse leve e seca;
  • Gosto estranho na boca.

Os sintomas graves podem incluir um ou mais dos itens abaixo:

  • Inchaço dos lábios, língua e / ou garganta que bloqueia a respiração;
  • Dificuldade para engolir;
  • Falta de ar ou chiado;
  • Coloração azulada;
  • Queda da pressão arterial (sensação de desmaio, confusão, fraqueza, desmaio);
  • Perda de consciência;
  • Dor no peito;
  • Um pulso fraco.

Sintomas graves, isolados ou combinados com sintomas mais leves, podem ser sinais de anafilaxia com risco de vida. Isso requer tratamento imediato.

Tratamentos e cuidados

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Foto: TERRA

Sintomas leves a moderados (por exemplo, prurido, espirros, urticária ou erupções cutâneas) são frequentemente tratados com anti-histamínicos.
Sintomas graves (por exemplo, dificuldade para respirar ou engolir) podem ser sinais de anafilaxia com risco de vida. Isso requer tratamento imediato com epinefrina.
Depois de ter sido diagnosticado com uma alergia alimentar, converse com seu médico sobre como tratar suas reações alérgicas.
Trabalhe com ele para criar um plano escrito individualizado para que você e os outros saibam o que fazer em caso de emergência.
E então? Agora você conhece um pouco mais sobre as principais causas das alergias alimentares, não é mesmo? Que tal compartilhar esse artigo em suas redes sociais para que mais pessoas possam compreender melhor a doença?

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