Escleroterapia: O que é e como funciona este tratamento

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As varizes são um problema que vem incomodando mulheres em todo o mundo a séculos, que sempre foram consideradas como um incômodo dos piores. Um dos tratamentos mais conhecidos para varizes é a escleroterapia.
Essa recentemente uma nova técnica vem ganhando espaço no mercado, como uma forma de tratar esse problema. Com ela, você irá se livrar de vez das varizes de forma super rápida.
Nesse artigo vamos explicar um pouco sobre o que é escleroterapia e como essa técnica é utilizada para acabar em segundos com um problema que pode ser um incômodo para a vida inteira.
Veja como esse tratamento vem se popularizando pelo mundo, além de explicar um pouco sobre os resultados. Vamos lá?

O que é escleroterapia?

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Foto: SAÚDE E VIDA

Enquanto outras soluções apresentadas para este problema sempre foram relacionadas a cirurgias e outros métodos super invasivos, a escleroterapia trás uma alternativa bem menos drástica.
Esse método apresenta uma forma de tratamento não cirúrgica. A escleroterapia consiste em uma injeção que contém uma certa substância esclerosante.
O efeito apresentado pela injeção é o de forçar o sangue a fluir através de outras veias na mesma região. De modo que, a varize naturalmente desaparece sem que isso afete o corpo de maneira negativa e melhorando imediatamente o problema estético.
É sem dúvida o tratamento menos invasivo existente até o momento e também aquele que apresenta resultados mais rápidos e fáceis de observar.

Tipos de escleroterapia

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Foto: VENA

Existem, é claro, alternativas dentro da própria escleroterapia para que seja possível gerar variedade e encontrar a melhor opção em cada caso variando de pessoa a pessoa e também em diferentes partes do corpo.
Embora o objetivo seja sempre o de fechar o vaso sanguíneo danificado, isso pode ser feito de três formas.
A primeira forma é a escleroterapia tradicional, no qual a substância esclerosante injetada no vaso é um líquido, esse é o método mais comum e também o mais indicado para pessoas que não têm nenhum tipo de alergia.
O segundo método é a Crioescleroterapia, que usa uma espécie de espuma. Essa espuma é rapidamente resfriada e isso gera um efeito mais rápido. Esse é um processo que custa um pouco mais do que a opção tradicional.
Mas a opção mais moderna do mercado é a escleroterapia a laser, que obtém os efeitos mais rápidos e com menos chances de hematomas. Porém essa opção acaba não sendo muito eficaz e pode até ser um pouco dolorosa em pessoas com a pele mais escura.

Quem deve realizar o tratamento?

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Foto: LUSO ESPANHOLA

O tratamento pode ser realizado por qualquer pessoa que tenha algum tipo de doença varicosa. Esse tipo doença costuma ser mais comum entre mulheres acima dos 30 anos mas pode se apresentar em pessoas de qualquer idade. O tratamento apenas deve ser aplicado depois de uma avaliação individual como falada no próximo tópico.
Aqueles com insuficiência venosa que têm doença que é mal controlada com meias de compressão e que não são obesos são candidatos ideais para escleroterapia.

Efeitos colaterais do procedimento

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Foto: DERMA

Em alguns pacientes tratados com escleroterapia, pode ocorrer descoloração escura da área injetada (hiperpigmentação). Isso geralmente acontece por causa da desintegração dos glóbulos vermelhos no vaso sanguíneo tratado. Na maioria dos casos, esta descoloração desaparecerá completamente dentro de 6 meses.
Outro problema potencial é a formação de novas varizes perto da área que foi tratada com escleroterapia. Isso pode acontecer em alguns pacientes, mas esses novos vasos também desaparecem em 6 meses.
Complicações raras podem incluir a formação de uma úlcera ao redor do local da injeção ou a formação de pequenos coágulos sanguíneos nas pequenas veias superficiais (tromboflebite superficial). Mas lembrando que o médico irá acompanhar todo o processo e intervir quando necessário.

Como é o procedimento e o que esperar

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Foto: CLÍNICA LUMIERE

O procedimento geralmente não requer anestesia ou qualquer preparação especial. O paciente devem seguir as instruções do médico antes da cirurgia. Durante o tratamento, a pessoa deita de costas com as pernas para cima. O médico limpa a área e insere uma pequena agulha na veia.
O médico injeta a veia com uma solução. É normal sentir ardor, formigamento ou até mesmo nada. Quando a injeção estiver completa, o médico massageará a área para evitar que o sangue volte a entrar na veia.
Em alguns casos, será necessário o uso de meias de compressão na área. Também é necessário evitar exposição a luz solar durante o tratamento, pois pode manchar a área tratada.

Cuidados necessários

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Foto: RÁDIO JORNAL

Antes de fazer o tratamento se recomenda fortemente uma visita a um angiologista ou um cirurgião vascular para uma avaliação de riscos e benefícios. Caso seja necessário, veja se outros tratamentos podem te ajudar.
Outras técnicas incluem a remoção cirúrgica da veia agressora, a destruição endovenosa do laser (luz laser transmitida por fibra ótica) e, para vasos muito pequenos, a luz laser percutânea ou a exposição intensa à luz pulsada também são eficazes.
O processo em si não costuma ser um risco mas algumas pessoas podem ter condições próprias não relacionadas e que sejam um impedimento ao tratamento por questões como alergias ou doenças autoimunes.
Caso sinta dores ou qualquer desconforto, fale imediatamente com seu médico para que ele possa te receitar um remédio adequado!
Aproveite e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas possam conhecer a escleroterapia!
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